Crítica - Fallen O Filme

10:28:00

O hype dos romances sobrenaturais já passou faz tempo, mas como eu amo uma história de amor impossível, sempre topo explorar um novo universo. E, quando ela promete abordar a queda dos anjos e toda a relação Deus vs Lúcifer (aka o themônio), sou a primeira a entrar a bordo porque não tem como ser ruim, né?
Então...
A Lauren Kate e sua saga Fallen provaram que tem como ser horrível.


Sinopse:
Responsabilizada pela misteriosa morte de seu namorado, Lucinda Price (Addison Timlin) vai para um reformatório. Em Sword & Cross ela se aproxima de Daniel Grigori (Jeremy Irvine), sem saber que ele é um anjo apaixonado por ela há milênios, e também não consegue se manter afastada de Cam Briel (Harrison Gilbertson), outro que luta há tempos por seu amor.


Eu nunca fui muito fã da saga sobrenatural da Lauren Kate (vocês vão ler mais a respeito em um próximo post), então fui sem muitas expectativas para a sala de cinema. A verdade é que eu só assisti a esse filme porque estava quente demais para existir fora de qualquer ambiente com ar condicionado e não tinha mais nada passando no horário.

Não, não achei que fosse ser uma produção top de linha, até porque só tem estúdio pequeno envolvido e eles ficaram enrolando o lançamento por décadas (o que nunca é bom sinal). Mas achei que, pelo menos, fosse ser um filme nível Crepúsculo e Dezesseis Luas. Foi pior. 

As atuações do elenco eram tão ruins que chegava a ser tragicômico. Sério. A Addison Timlin, que interpreta a Lucinda Prince, é tão ruim que consegue ser mais sem expressão que a Kristen Stweart e a atuação do resto do elenco era tão sofrível que nem vale a pena mencionar.

Os efeitos especias me proporcionaram ótimas gargalhadas, mas o que realmente me incomodou nem é culpa do filme, mas uma coisa do próprio roteiro da história. O fato de Luce se recusar a tomar remédios que a ajudariam a ser mais estável são uma PÉSSIMA mensagem para quem trava batalhas diárias com doenças mentais.

Sim, eu sei que é um filme/livro sobrenatural e que esse é um plot bem comum para o gênero, mas em pleno 2016, depois de tantos livros e filmes que falam sobre a importância de um acompanhamento e cuidado médico, a romantização e o culto à "não medicação" é inaceitável e poderia ser ocultada do filme sem prejudicar a trama em nada.

E olha, tá para existir um triângulo amoroso tão desnecessário quanto Luce/Cam/Daniel. A Luce sabe que ama o Daniel, que não vive sem ele, mas não hesita em tascar umas bitocas na boca do Cam? Ah, me poupe queridinha. Você vai me desculpar, mas seu amor tá muito volúvel.

O final deu a entender que há possibilidade de continuação, mas eu duvido muito porque nem os cinco fãs que estavam na sala de cinema comigo saíram satisfeitos com o resultado do filme.

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